Da minha "ilha" * vejo quanto da terra se pode ver do Universo...
Por isso a minha "ilha" * é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
E o Diogo é já do tamanho do que vê e não do tamanho da sua altura

Um achado este banco, Marco !
ResponderEliminarDá uma dimensão à imagem incrível !
E a ALDEIA não podia ter sido melhor escolhida.
Um abraço.
é antigo sim, este banco. não é um Novo Banco :)
EliminarAbraço
O poema é lindo e está muito bem enquadrado na fotografia.
ResponderEliminarAdorei!
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