Não sei se vivemos no melhor sitio do mundo, para criar o Diogo, mas tenho a certeza de que aqui nos Açores, em São Miguel, é um óptimo lugar para ele crescer. As oportunidades que lhe poderão faltar no futuro (devido à insularidade) sobram-lhe agora e num futuro a médio prazo. Ele vive na praia, ele vive no campo e tira partido de todas as vantagens que isso lhe traz nesta fase, em que eles são autênticas "esponjas" e absorvem tudo o que de novo lhes aparece. Seguramente, os nossos filhos, são sempre os "melhores do mundo", os mais inteligentes e até "sobredotados" desde tenra idade. O Diogo não foge a essa "regra". Ele que ainda não está na escola, já identifica o que são galinhas, patos, pássaros, cavalos, cães, gatos, moscas, baratas, minhocas, peixes, vacas, ovelhas, crocodilos, girafas, elefantes, "bambys", leões, macacos, etc (atenção que estas ultimas seis espécies não existem nos Açores, o que faz dele um miúdo ainda mais espetacular(!) ou, lá está, "sobredotado"!!).
A boa disposição constante que ele tem, é o melhor indicador que temos de que ele cresce num ambiente feliz, seja dentro, seja fora de casa. Está numa fase em que todos os dias nos surpreende com palavras novas ou com frases cada vez mais compostas. Está a crescer depressa. Está a ficar mais autónomo, mais independente, já toma (ou tenta) decisões, já me dá ordens (pai vai apanhar cocós da sushi!), já quer ajudar em algumas tarefas caseiras e tarda nada já tenho que lhe dar a chave de casa, do carro, da mota e uma mesada (ah espera, a mesada ele já tem... só que não sabe). Hoje, para ele, foi mais um dia de exploração no campo, feliz da vida com as suas botas de borracha.



















































