Chegando à altura do Carnaval, significa isso uma oportunidade de gozar com o Diogo. É injusto, eu confesso, já que eu nunca gostei desta época nem tão pouco de máscaras ou fantasias carnavalescas. Mas como o Diogo, que continua a não ter (muito) poder de escolha, teve, mais uma vez, de se sujeitar. O fatinho pertencia ao tio do Diogo e é suposto ser um fatinho de tirolês mas eu, ao olhar para ele, só me lembro daqueles anões de porcelana que algumas pessoas usam para decorar (??) os jardins de casa. Ele esteve muito activo durante as fotos e não saíram bem como eu queria. Mas deu para nos divertirmos. Já o Diogo não sei.